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Segundo Comitê Gestor, Brasil possui 2,17 milhões de domínos
Postado por
Das Übergeek
em
17/08/2010 14:15
Blog: ÜberGeek
Karmômetro (?)
tende a neutroCGI.br e NIC.br anunciam resultados do primeiro censo já realizado na internet.
por Emerson Rezende
De acordo com os dados do site Registro.br, até o mês de julho deste ano, haviam sido registrados cerca de 2,17 milhões de domínios sob a terminação “.br”. Este foi um dos dados apresentados pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) na manhã de hoje, quando foram revelados os resultados do primeiro censo sobre a internet brasileira. De acordo com a entidade, este seria o primeiro estudo do gênero já realizado em todo o mundo.
O “recenseamento web” será anual a partir de agora, segundo as entidades, e a contagem será organizada de acordo com os domínios. Pelo seu tamanho, o último a ser contabilizado será o .com.br. A contagem final (incluindo os endereços comerciais) deste primeiro recenseamento deve ser finalizada até o fim de 2010, mas isso é uma estimativa e não uma previsão. De acordo com Hartmut Glaser, diretor executivo do CGI.br, é muito cedo para saber quanto tempo levará para levantar os dados de cada um dos domínios
Outro dado que foi levantado é que o número de endereços da web que adotam o padrão IPV4 vai se esgotar já no primeiro semestre de 2011 – ou seja, dentro de um ano ou, no máximo, um ano e meio. Por conta disso, a entidade acredita que a adoção do protocolo IPv6 é fundamental para que o esgotamento de domínios se não torne uma realidade.
Segundo Glaser, o IPv4 vai se esgotar, mas não será extinto da web. As duas tecnologias são interoperáveis. “O Brasil está liderando a transição para o IPv6 na América Latina”, diz Glaser. “Já existem quatro operadoras (carriers) habilitadas a gerar tráfego via IPv6, e […] temos um estoque de IPv4 que pode dar uma sobrevida de até 2 anos – o que é preocupante. Precisamos arrancar para o ipv6 imediatamente”.
O executivo informou ainda que o Google já tem todos os seus serviços em IPv6, em todas as operações no mundo mas que, por outro lado, nenhum dos sites do governo brasileiro adotou o novo protocolo ainda. Entretanto, segundo o CGI.br isso está sendo resolvido: o governo federal já está implantando, paulatinamente, equipamentos IPv6 em suas operações de internet.
“Com esse primeiro levantamento, foi possível definir metodologias e traçar o escopo para um estudo mais amplo e completo a ser realizado sobre os sítios sites com outros domínios”, diz Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos em TICs do NIC.br.
Ambos os executivos reforçaram que o que foi apresentado é o retrato do momento. Não é possível tirar conclusões a respeito desses dados, já que não há uma série histórica para comparação.
IPv4 e IPv6
Todos os telefones e celulares possuem um número próprio, que é único no mundo todo. Assim, se for preciso telefonar daqui do Brasil para um telefone em Nova York, por exemplo, ou em Teerã, o número garante que o aparelho certo receba a chamada.
Com a internet é a mesma coisa. Todos os computadores (tanto os sites e serviços como os PCs e Macs das pessoas em casa) são identificados por um número que também é único no mundo, chamado de endereço IP ou número IP. Os números IP em uso há quase 30 anos, desde que a internet era com “i” maiúsculo, são na verdade a quarta versão de uma tecnologia que começou nos anos 70. Desde então, praticamente nada mudou no protocolo IP, embora a internet tenha mudado muito e houvesse uma “explosão demográfica” no reino virtual.
O IPv4 (significando “IP versão 4”) define, entre outras coisas importantes para a comunicação entre computadores, que o número IP tem uma extensão de 32 bits. Com 32 bits, o IPv4 tem disponíveis em teoria cerca de quatro bilhões de endereços IP mas, na prática, o que está realmente disponível é menos da metade disso. Se contarmos que o planeta tem seis bilhões de habitantes e que cada dispositivo ligado na internet (o que inclui smartphones, PCs, notebooks e afins) precisa de um número só dele, é fácil perceber que a conta não fecha.
Por outro lado, o IPv6 define 128 bits para endereçamento, e portanto conta com cerca de 3,4 × 10^38 endereços disponíveis. Para quem não quiser fazer a conta, basta saber que são milhões de quatrilhões de endereços disponíveis, garantindo que não vai faltar números IP para os humanos por muitos milênios. Adicionalmente à oferta de endereços, o protocolo IPv6 também resolve grande parte dos problemas de segurança da internet hoje, herdados justamente do projeto antiquado e, pode-se dizer, ingênuo do IPv4.
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Comentários 
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Karmômetro (?)
tende a ruimAccho que vocês deveriam concertar isso dos primeiros links da página principal redirecionar para outra matéria sobre e-books. Parece link patrocinado só que disfarçado e usando de má fé para com os usuários do site.
Postado por Carlos Marx em 17/08/2010 14:48
Karmômetro (?)
tende a neutroe o Brasil dominando
Postado por Ana em 22/02/2011 18:38