PostAmazon permite remoção do DRM em e-Books
Postado por
Antonio Blanc
em
22/01/2010 12:40
Blog: Halt and Catch Fire
Karmômetro (?)
tende a bomDecisão de ativar ou não sistema anti-cópias fica a cargo das editoras
Por Antonio Blanc
O Kindle, leitor de e-Books da Amazon, está passando por uma semana de mudanças. Depois do ajuste nos royalties pagos aos autores e do anúncio de um kit de desenvolvimento para a criação de aplicativos para o aparelho, surge mais uma novidade: as editoras agora podem decidir se querem ou não que um sistema de DRM seja aplicado às suas obras.
Segundo o Nieman Journalism Lab da Universidade de Harvard, nos EUA, a novidade entrou em vigor no último dia 15, mas não foi oficialmente anunciada pela Amazon. Ao publicar uma obra no Kindle usando a “Digital Text Platform”, voltada a pequenas editoras e autores individuais, há a opção de aplicar ou não o DRM. Uma vez que a escolha foi feita, não é possível mudá-la.
Não há informação se a mudança também está disponível para jornais, revistas e grandes editoras, mas estes são notoriamente avessos à ausência de um sistema de proteção contra cópias, com medo da “pirataria em massa” de suas obras.
Mas há indicações de que este medo é infundado: o jornalista de tecnologia David Pogue fez um experimento, publicando um de seus e-Books em um formato sem DRM. Segundo o próprio Pogue “o livro foi pirateado até não poder mais, está por todo canto na internet! […] Entretanto, as vendas da versão em papel não caíram. Na verdade, subiram ligeiramente”.
Especula-se que a avalanche de mudanças no Kindle seja uma tentativa da Amazon de tornar sua plataforma mais atraente aos olhos de editoras e desenvolvedores dias antes do esperado lançamento de um “tablet” da Apple. A empresa não comenta os rumores, mas programou um evento para o próximo dia 27 em San Francisco, nos EUA, e convidou a imprensa usando a frase “venham conhecer nossa última criação”.
Postado por Antonio Blanc - em 22/01/2010 12:40
Comentários 
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Karmômetro (?)
tende a neutro“o livro foi pirateado até não poder mais, está por todo canto na internet! […] Entretanto, as vendas da versão em papel não caíram. Na verdade, subiram ligeiramente”.
e nos cinemas brasileiros aumentaram o numero de espectadores…
enfim a diversificação da cultura é uma verdade…
agora as gravadoras/editoras continuam com essa campanha estilo goebbels….
Postado por Felipe Diego em 22/01/2010 12:37