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Disaster Map permite mapear e localizar catástrofes
Postado por
Nátaly Dauer
em
22/01/2010 12:00
Blog: 50% Geek
Karmômetro (?)
excelenteSite oferece fotos e outras informações de desastres naturais, e a possibilidade de editá-las.
Por Nátaly Dauer
A intensa mobilização nas redes sociais para ajudar os atingidos por grandes catástrofes – como a do Haiti e a de Angra dos Reis – mostra que o tema sempre é de interesse geral, e a internet definitivamente contribui, facilitando o acesso às informações.
Criado no mês passado pelo geógrafo Luiz Amadeu Coutinho como parte de sua dissertação de mestrado, o site Disaster Map (em português “Mapa de desastres”) tem a premissa de permitir a inserção em um mapa de desastres naturais ocorridos no mundo inteiro, em qualquer época, para registrá-los. Os usuários podem contribuir com textos, links, fotos ou vídeos, compartilhando suas histórias e experiências.
Sua utilização é simples: após realizar o login na página inicial – utilizando uma conta do Google ou criando um usuário no próprio serviço, preenche-se o campo com o endereço e clica-se em “pesquisar lugar” e, em seguida, em “mark on the map”.
Em seguida, descreve-se o desastre natural, incluindo informações como tipo, data, número de vítimas e outros, sendo possível também agregar vídeos do Youtube (ou de qualquer site com o recurso "embed”) e fotos publicadas no Flickr, Picasa, ou links para imagens de sites diversos. Ao terminar, clica-se em “save” e as informações serão registradas.
O autor do site conta que sua criação faz parte de um interesse por serviços colaborativos na web (como a Wikipédia), e acredita que a postagem no site de informações sobre tragédias que poderiam ser pessoais tende a provocar maior cobrança das autoridades em relação aos problemas locais, e espera despertar a consciência social a respeito dos riscos de viver em zonas perigosas.
O site recebe muitas visitas, principalmente vindas do Brasil e de Portugal devido à divulgação do Disaster Map em blogs e portais de informação. Coutinho conta que há 132 usuários efetivamente registrados no site, mas apenas 6 publicaram conteúdo. Grande parte da informação publicada é de sua autoria, mas o geógrafo espera maior participação da sociedade à medida que a página fique mais conhecida.
Para assegurar a veracidade das informações do site, ao publicar uma ocorrência o visitante pode inserir dois e-mails de pessoas que confirmarão a informação. Além disso, o geógrafo verifica pessoalmente os fatos em jornais e organismos nacionais e internacionais especializados em publicar informações oficiais sobre desastres, como a ONU – atuando em parceria com a Defesa Civil dos países para tornar oficial aquilo que é divulgado.
O site já traz informações sobre a tragédia em Angra dos Reis e o terremoto do Haiti, porém, a necessidade de esperar por uma atualização feita pelos usuários pode fazer com que o Disaster Map funcione melhor como uma “enciclopédia” do que como uma fonte de informações em tempo real.
O geógrafo, formado pela Universidade Federal do Espírito Santo, e Mestre Gestão do Território com especialização em Sistemas de Informações Geográficas e Sensoriamento Remoto, pela Universidade Nova de Lisboa, pensa em evoluir o site, desenvolvendo novos recursos e uma melhor simbologia para cada tipo de desastre natural, permitindo ao visitante identificar facilmente cada ocorrência.
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Comentários 
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Karmômetro (?)
lixo totalNão,
Obrigado!
Postado por Cristiano Vieira em 21/01/2010 17:52
Karmômetro (?)
excelenteBoa iniciativa, muito conhecimento pode ser acrescentado e compartilhado, tanto estatistico quanto qualitativo, que pode ser util tanto a quem pesquisa academicamente como para quem simplesmente tem curiosidade.
Postado por silvio feitosa em 21/01/2010 21:31
Karmômetro (?)
lixo totaleu gosto de ver coisas boas e nao desastres!
Postado por kenicius em 22/01/2010 03:19
Karmômetro (?)
polêmicokenicius, seu mané! O site não é para o seu lazer, seu burro, é de utilidade pública, pra auxiliar em catástrofes.
Mas claro, você além de ignorante é egoísta e gosta de passar as tardes em seu quarto jogando Wii Fit.
Postado por Xaxado Xaréu em 22/01/2010 12:00
Karmômetro (?)
tende a neutroRealmente é um ótima iniciativa e um uso criativo de tecnologia, afinal iniciativas colaborativas tem demonstrado render frutos nesses tempos de web 2.0. Imagino que uma versão mais especifica poderia inclusive ser utilizada para fins de simulação apoiando o planejamento e treinamento de serviços de emergência.
Postado por Renato Berlim em 22/01/2010 15:11
Karmômetro (?)
tende a neutroInteressante a idéia, mas as bolinhas poderiam ser mais indicativas. Por exemplo, elas poderiam ter cores diferentes para indicar a gravidade da catástrofe e poderíamos ter a opção de ver as mais graves. Lá indica até enchentes pouco graves. Se o Brasil for ganhar uma bolinha pra cada enchente que acontecer, logo só iremos ver bolinhas no mapa.
Postado por Anderson em 22/01/2010 16:47