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YouTube avalia a cobrança de taxas para seu conteúdo
Postado por
Nátaly Dauer
em
18/12/2009 16:20
Blog: 50% Geek
Karmômetro (?)
tende a bomPara rentabilizar a plataforma, estuda-se alterar o formato totalmente livre do site.
Por Nátaly Dauer
O site de vídeos mais acessado do mundo poderá passar a oferecer inscrições pagas para conteúdos especiais, como programas de TV e filmes na íntegra, de acordo com David Eun, vice-presidente de parcerias estratégicas da Google.
Eun afirma que o formato atual do site e de suas propagandas faz com que nem todos os conteúdos possam ser exibidos. A ação é então também uma tentativa de fechar acordos com proprietários de direitos autorais, muitos deles relutantes em ceder vídeos para a internet sem uma compensação adequada.
O mercado dos vídeos online é, há bastante tempo, dominado pelo YouTube. Porém, apesar do imenso número de visitas, o site ainda não descobriu uma maneira eficiente de gerar renda significativa, já que seus anúncios têm pouca veiculação. Agora, o executivo-chefe da Google, Eric Schmidt, afirmou que tornar o YouTube rentável é prioridade total.
Há algum tempo, os responsáveis pela plataforma de vídeos acreditavam que a saída para aumentar a publicidade no site era obter conteúdo mais profissional. Assim, foram feitas propostas para redes de TV e estúdios de cinema sobre a possibilidade de disponibilizarem shows e filmes na íntegra, com a veiculação de propagandas. Até agora, porém, apenas alguns produtores concordaram com a idéia, diz o site de notícias Daily Tech.
A Google espera que a cobrança de inscrições anime as emissoras a liberar seu conteúdo para o site. A possibilidade de um modelo pay-per-view, como o utilizado pela iTunes Store e pela loja Amazon, não está descartada, conta o site do jornal inglês The Guardian.
A estratégia pode ajudar ainda o site na disputa com seus concorrentes, que crescem a cada dia, como o americano Hulu, que tem como parceiros a NBC, a News Corporation e a Disney, e exibe programas e episódios completos de diversos seriados.
“Acredito que trabalhar com um modelo gratuito é uma maneira muito difícil de mostrar o valor do nosso conteúdo”, explica Chase Carey, presidente da News Corporation – que ainda é dono de emissoras como a Fox e a Sky, além dos estúdios 20th Century Fox e Fox Searchlight.
Desde o lançamento da publicidade no site, em 2008, o Hulu se tornou a segunda plataforma de vídeos mais acessada nos EUA. Seu conteúdo pode ser acessado apenas no país, mas uma expansão já está sendo trabalhada, informa o próprio site, o que pode incluir ações no Reino Unido.
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Comentários 
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Karmômetro (?)
tende a neutroCuriosidade de sobremesa:
O HULU (citado na notícia – http://www.hulu.com/) está hospedado aqui no Brasil, mais especificamente sobre o ip: 187.59.4.19 que por sinal é de posse da GVT de Curitiba.
Postado por Sidnei C em 18/12/2009 17:03
Karmômetro (?)
tende a neutro@Sidnei,
Acho que não hein? Se confundiu aí.
Hulu.com é registrado em LA, na Califórnia e não tem nada a ver e nem é hospedado com a GVT.
[]´s
Postado por Fernando em 18/12/2009 17:16
Karmômetro (?)
tende a neutroSo for um bug do flag fox então…
http://geotool.flagfox.net/?ip=187.59.4.19&host=www.hulu.com
Postado por Sidnei C em 18/12/2009 19:59
Karmômetro (?)
tende a neutroConfirmado o flag fox está pegando o IP do ISP local… via http://www.selfseo.com/
é apontado com UK(Reino unido)
Postado por Sidnei C em 18/12/2009 20:01
Karmômetro (?)
tende a neutroNão, acho que você pesquisou errado. Usei esta ferramenta citada por você e mostra:
Provedor Akamai Technologies European
País Estados Unidos Código do país US (USA)
Cidade Cambridge Região Massachusetts
Endereço IP 96.17.109.16 Código Postal 02142
[ ]´s
Postado por Fernando em 18/12/2009 22:05