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NEC desenvolve controle remoto sem baterias

Postado por Das Übergeek em 20/11/2009 17:50
Blog: ÜberGeek

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Aparelho gera sua própria energia elétrica a cada vez que um botão é pressionado.

Por Antonio Blanc

Controle remoto da NEC gera sua própria energia canalizando a força dos dedos do telespectador. (Crédito: Technabob)

Controle remoto da NEC gera sua própria energia canalizando a força dos dedos do telespectador. (Crédito: Technabob)

Um dos dissabores da vida moderna é chegar em casa e descobrir que o controle remoto da TV ou DVD está sem pilhas, você não tem sobressalentes e a lojinha mais próxima já fechou. A empresa japonesa NEC pretende resolver este problema com um protótipo de controle remoto, desenvolvido em parceria com a Soundpower, que pode operar sem pilhas ou nenhum outro tipo de fonte de energia “convencional”.

Segundo o site Technabob, para alimentar o circuito, a NEC tira proveito do princípio piezoelétrico: alguns materiais (como quartzo) produzem uma corrente elétrica quando comprimidos. Basta aplicar uma camada destes materiais sob botões e “pronto”! A cada vez que o usuário ajusta o volume ou muda de canal, uma pequena corrente elétrica é produzida, convertida por uma fonte de alimentação integrada e usada para alimentar um circuito extremamente eficiente.

Mas por incrível que pareça, o conceito de um controle remoto sem pilhas ou baterias não é novidade. Na verdade, os primeiros controles remotos sem fios (da década de 50) não tinham uma fonte de energia, nem um componente eletrônico sequer. Modelos como o Zenith Space Command tinham em seu interior pequenos bastões de metal, com comprimento e diâmetro específicos. Quando o usuário apertava um botão, na verdade acionava um martelinho que acertava o bastão correspondente, gerando uma onda ultrasônica, detectada pela TV. Os controles atuais, que funcionam com ondas infra-vermelhas, só surgiram no início da década de 80.

O controle remoto sem baterias da NEC (por enquanto batizado como EZ-REM-001) ainda é um protótipo, e não tem data para chegar ao mercado.


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Comentários Comment

  1. comentário de Kilion

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    Nossa, o controle com pilha é sucessor do sem pilha.
    Algo estava errado na cabeça das empresas.

    Postado por Kilion em 22/11/2009 19:49

  2. comentário de Fabio Saldanha Faria

    Karmômetro (?)

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    Parece mais um cotrole do Atari…

    Postado por Fabio Saldanha Faria em 23/11/2009 09:02

  3. comentário de Likan

    Karmômetro (?)

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    E eu adaptando um sistema de “manivela” de lanternas de led nos controles remotos lá de casa! XP hehhehehehe

    Kilion, segundo o que eu sei deixaram de usar controles remotos ultra-sonicos por causa da frequencia sonora afetar o comportamento dos animais domesticos além de gerar ruidos em outros equipamentos como telefones. o infra-vermelho era a alternativa mais viavel na época.
    alguém pode confirmar?

    e bem, quanto ao tamanho/aparência… prototipo é sempre foda! XP
    sempre sai um troço bizarro primeiro que depois os caras vão refinando até a comercialização!

    Postado por Likan em 23/11/2009 11:34

  4. comentário de Felipe Nascimento Lima (vulgo: Lihfori)

    Karmômetro (?)

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    Deus me ouviu, parece que agora a humanidade vai, este é um dos probleminhas que este maledeto troço apresenta hoje em dia, mas o que mais me irrita mesmo é que os controles não aguentam nada, não há controle no mundo que não caia no chão vez por outra, e eles parecem paçoca.

    Quanto a apertar para fornecer enegia para o circuito, bem o aqui de casa não tem esse recurso, mesmo assim tenho que apertar os botões com a mesma força que um extrangulador usária para estrangular alguém com um colar cervical, para fazer este daqui funcionar, bem se a tecnologia citada viér já estarei com os dedos musculosos, e não terei qualquer dificuldade de apertar os botõeszinhos.

    Likan, que negócio é esse de manivela, não , nunca, jamais, de jeito nenhum, que Deus me guarde e salve, manivela não,

    Agora LED sim, poderiam adaptar este sistema de apertar nos computadores, uniriamos o útil ao agradável, imagina apertar, extrangular ou chutar o PC, ah como eu queria!

    Postado por Felipe Nascimento Lima (vulgo: Lihfori) em 31/12/2009 08:54

  5. comentário de zhe

    Karmômetro (?)

    tende a neutro

    PORQUE NÃO COMPRAR UM PRODUTO NEC.

    Comprei um notebook da marca da japonesa NEC (Versa M360). Empresa grande no Japão, mas aqui no Brasil descobri que é miúda e já não vende notebook mais. Um ano de uso, a bateria tinha ido para o espaço. Para minha surpresa, agora em 2011, o equipamento pifou. Procurei a assistência técnica da empresa, mas adivinha o que aconteceu? A NEC não tem rede de assistência técnica no Brasil. Estou com meu equipamento parado e não encontro solução para o problema. Portanto, se quiser comprar um produto NEC, não leia este artigo. Pesquise! Você vai descobrir que estou falando a verdade. Quando meu notebook pifou, procurei a NEC, que me disponibilizou o telefone de uma empresa chamada CNS Brasil. Liguei para essa empresa, cujo atendimento é péssimo, e o atendente me disse que não presta serviço para a NEC há aproximadamente três anos. Hoje eles apenas prestam assistência aos projetores NEC. O contrato para os notebooks foi encerrado. Pois é. Além de não ter uma rede de assistência técnica, não prestam serviços de manutenção e assistência adequados à legislação brasileira. Portanto, pense muito bem ao comprar um produto da marca NEC no Brasil. Atualmente a NEC vende projetores por aqui, mas até quando? E por quanto tempo vão prestar assistência técnica? Fique de olho. O que é barato pode sair caro. Compre produtos de marcas que tenha ampla aceitação no mercado ou tenham uma ampla rede de assistência no Brasil (principalmente das montadoras nacionais), pois se um peça do equipamento quebrar será fácil achar uma outra para reposição.

    Postado por zhe em 02/11/2011 00:00

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