PostNova mídia de DVD promete durar mil anos
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Das Übergeek - ubergeek@geek.com.br
em
20/07/2009 12:40
Blog: ÜberGeek
Karmômetro (?)
tende a neutroDiscos produzidos pela Millenniata poderão ser lidos em drives de DVD comuns
Por Antonio Blanc
Discos graváveis têm vida útil extremamente curta, de cinco a dez anos. Entretanto, uma empresa norte-americana promete resolver o problema. Seus discos supostamente duram “até mil anos” e podem ser lidos em drives de DVD comuns.
CDs e DVDs parecem uma boa forma de armazenar seus dados importantes mas, na maioria dos casos, isso é uma péssima idéia. Assim como fotos antigas se desbotam e perdem as cores, a camada de material orgânico onde os dados são armazenados em discos ópticos graváveis é sujeita a deterioração, processo que pode ser acelerado ou retardado de acordo com as condições do ambiente.
Um CD-R bem guardado pode durar uma década, mas aquele disco com MP3 deixado no porta-luvas de um carro o verão inteiro, por exemplo, pode se tornar ilegível em apenas alguns meses. O tempo varia, mas o fato é que os discos vão falhar, é só uma questão de tempo. E se seu conteúdo forem fotos raras de família, ou parte inestimável do acervo de um museu? Junto com o disco, perde-se uma parte da história.
Este é o problema que a Millenniata www.millenniata.com, uma empresa baseada em Springville, Utah, nos EUA, pretende resolver. Seu disco M-ARC (Millennial Archival Disc) é um DVD produzido com materiais especiais, que suportamente deverá durar mil anos. O segredo é a substituição da camada de material orgânico por material inorgânico, estável e que não irá se deteriorar de acordo com as condições ambientais.
Os discos são gravados em equipamento especial desenvolvido pela própria empresa (um gravador externo batizado de M-WRITER), e podem ser lidos em qualquer drive de DVD ou DVD player comum. Inicialmente o custo é alto: os DVDs M*ARC devem chegar ao mercado norte-americano em breve, com preço estimado entre US$ 25 e 30 cada, mas a empresa espera que o preço caia com a produção em volume.
Todavia, a tecnologia tem um ponto fraco: o “substrato”, ou material onde a camada de dados é fixada. Atualmente, como em um DVD tradicional, tal camada é de plástico. Em declaração ao jornal Daily Herald o CTO da Millenniata, Doug Hansen, confessa: “O plástico pode limitar a vida útil efetiva em apenas alguns séculos, ou chegar aos mil anos. Na tecnologia convencional o plástico é o componente mais durável. Mas no nosso caso é o contrário”, diz o executivo. A empresa espera, nas próximas versões, desenvolver substratos de vidro ou outros materiais, para aumentar ainda mais a durabilidade de seu produto.
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Postado por Das Übergeek - ubergeek@geek.com.br - em 20/07/2009 12:40
Comentários 
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Karmômetro (?)
tende a neutroO problema e se daqui mil anos terá algum dvd player funcionando. As vitrolas não tem 100 anos que foram banidas e é raro encontrar uma, imagina daqui mil anos.
Postado por Ronni em 20/07/2009 16:31
Karmômetro (?)
tende a neutroEu duvido muito que daqui a 10 anos já não exista alguma tecnologia que produza um material mais duradouro. Vários outros projetos sempre correm em paralelo, principalmente aqueles apoiados por grandes museus e bibliotecas (os mais interessados nessa questão).
Nessa matéria (link abaixo) já propõe uma memória com duração de um bilhão de anos.
( http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=memoria—eterna—podera-guardar-dados-por-1-bilhao-de-anos&id=010150090526 )
Postado por Raul Libório em 20/07/2009 16:58
Karmômetro (?)
tende a neutroserá que alguém tá lembrando das questões ambientais?
algo que demora 1.000 pra se acabar…ainda mais sendo algo tão descartável, será que é uma boa idéia?
Postado por Marcelo em 20/07/2009 18:59
Karmômetro (?)
tende a neutroA 25~30 dólares(além do drive próprio), eu não colocaria estes DVD’s na categoria de produtos descartáveis não…..
Postado por Ailton em 21/07/2009 01:26
Karmômetro (?)
tende a neutroAs vitrolas nao foram banidas meu amigo! Eu tenho 2 em casa em pleno funcionamento e nao troco meus LPs por nenhum CD…. quem gosta de música e já ouviu um LP sabe o que eu estou falando!
Nao vejo problema nenhum daqui a 100 anos existir um DVD player funcionando!
Postado por Marco em 21/07/2009 05:38
Karmômetro (?)
tende a neutroproblema ambiental ?! rsrsrsr….tem maluco comendo muita grama do greenpeace…’mil anos ’ vai durar 100 , ta de bom tamanho , se fizeram pra 50 anos não dura nada . a promessa antes dos fabricantes era que os atuais durariam 25/30 anos …
Postado por oliveira em 21/07/2009 05:56
Karmômetro (?)
tende a neutroTomara que fique mais barato e mais facil de lidar com a gravação… nao digo mil anos, mas se durar 20 está muito bom já… meus DVDs que guardo filmes, musicas e toda a tralha que não cabe no HD, por segurança todo ano eu regravo… se nao a gente esquece e 5 anos passam num piscar de olhos e vc nao ve
Postado por Elton em 21/07/2009 10:37
Karmômetro (?)
tende a neutroÉ uma boa ideia, porém as mídias de armazenamento tem sua vida útil um tanto instáveis, existem vários fatores que mantém tais mídias em alta, ou em utilização mais popular ou frequente.
Podem tentar aumentar o tempo da vida útil da mídia DVD, más outras tecnologias, por exemplo: O Blue-Ray já já supera o DVD em termo de capacidade e velocidade de leitura. Então se produzirem essas mídias de DVD mais duráveis, será imprescindível produzier também os Blue-Ray mais duráveis, senão, irão arriscar investindo em uma tecnologia que está com expectativa de ser ultrapassada.
Postado por gil cezar em 21/07/2009 13:05
Karmômetro (?)
tende a neutrorealmente espero que esse disco não seja vendido para o grande público, e sim apenas para museus e arquivos. Imagina todos os usuários de computador e dvd gerando lixo com uma longevidade dessa.
Postado por Bernardo em 21/07/2009 16:03
Karmômetro (?)
tende a neutroMarco,
Quando digo banida, querido dizer que não tem mais no comércio “nova”, não estou dizendo que não existe nenhuma funcionando.
Postado por Ronni em 22/07/2009 15:29
Karmômetro (?)
tende a neutro@Ronni
Então é bom você se informar melhor meu amigo, pois no centro de São Paulo você acha lojas especializadas que ainda vendem “novas” como vc mesmo disse!
Postado por Marco em 22/07/2009 16:54