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Google ou Bing

Postado por Marcos Cockles em 12/06/2009 09:28
Blog: COCKLESMANIA

Karmômetro (?)

tende a bom
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O novo buscador da Microsoft foi ao ar oficialmente no dia 3 de junho, uma versão revisada de seu Live e com alguns recursos interessantes. Mas, qual dos deles se sai melhor? Embora sejam concorrentes, cada sistema tem suas peculiaridades. Ambos são capazes de realizar conversões e operações matemáticas, o que é útil, mas o que cada um tem a acrescentar na vida do internauta que busca informações?

A Home

A página inicial do Bing se difere da do Google em um aspecto principal: enquanto a Google prima por um número extremamente baixo e uma interface muito limpa em sua página, a Microsoft optou por imagens da natureza, talvez uma forma de relaxar o usuário.

O campo de busca, no Google, ocupa a área central da tela. No Bing, ele é disposto ao lado do nome do serviço, quase no topo do quadro central. No canto superior, o usuário pode trocar o idioma da busca e da interface (até o fechamento desta matéria a interface em português ainda não estava a todo vapor, por isso usamos a em inglês) e no lado esquerdo, abaixo do nome um quadrinho convida a buscar também por Imagens, Vídeos, Shopping, Notícias, Mapas e Viagem.

A página de resultados

Uma busca qualquer realizada na página divide o Bing em diversas partes. Na área principal, parecido com o que acontece no Google, são mostrados os resultados, as imagens e os vídeos pertinentes ao assunto procurado. Em alguns casos, aparecem informações como a popularidade do termo buscado ou, em caso de empresas, a sede e seus fundadores.

Assim como no Google, quando alguns sites são procurados um novo campo de busca (interno, do próprio site) é apresentado, agilizando uma segunda busca de informações dentro de um outro serviço. O recurso de sugestões de novos verbetes também está presente e, o que é interessante, é que dependendo do termo procurado o sistema sugere tipos diferentes de buscas.

Procure o nome de um filme, por exemplo, e aparecerão botões para encontrar a trilha sonora, o trailer, o script e a lista de atores. Por fim, o Bing também possui um um histórico de buscas, relacionando os últimos cinco termos procurados (com um link ver todos, que mostra todos os itens buscados e os horários) e a possibilidade de limpar o histórico ou desligá-lo.

Buscas não-texto

A busca de imagens merece destaque. Procure por um termo e parâmetros aparecerão, entre eles o tamanho (com um item para imagens de papel de parede), forma (imagem quadrada? retangular?), cor (a cores ou PB?), estilo (fotografia ou ilustração?) e até opções de retrato (apenas o rosto, o rosto e os ombros¿).

Quando uma imagem é clicada, sua página é carregada sem que o mecanismo de busca seja fechado, e uma barra é inserida a esquerda permitindo alternar entre todas as páginas encontradas.

Algo semelhante acontece quando se procura vídeos. Ao contrário do Google, que limita sua busca em YouTube e Google Video (ambos da empresa), o Bing procura em diversos serviços além destes, entre eles MySpace, MTV e Daily Motion. As opções de refinamento de busca também estão disponíveis, permitindo escolher por tamanho (menor que 5 minutos, entre 5 e 20 minutos e maior que 20 minutos), formato (tela cheia ou widescreen), resolução e fonte. Quando o vídeo é clicado, ele também aparece dentro da interface do serviço.

Ainda existem buscas por lojas (com refinamento muito interessante, por marca, preço e categoria). Se funcionar no Brasil vai ser espetacular e deve levar um pessoal para o mecanismo. O refinamento não é tão interessante no serviço de busca de notícias, e no caso do Google o serviço atrai mais os usuários, agrupando sob tópicos notícias semelhantes.

O Bing Maps é semelhante ao Google Maps. Um de seus recursos mais legais, entretanto, não está disponível para cidades brasileiras: a busca por informações de tráfego. Há ainda uma busca de viagens, que pesquisa hotéis e passagens, e que não sabemos como e se funcionará aqui no Brasil.

O teste de verdade

Para fazer o teste pensamos em algumas buscas interessantes, que poderiam ser feitas no dia-a-dia. Como o serviço ainda não está funcionando a todo vapor no Brasil, foi preciso alternar para o idioma inglês, uma solução recomendada inclusive pela assessoria da MS. O site dos Estados Unidos já está redondinho então foi o que utilizamos.

Objetivo da busca: encontrar notícias sobre o novo filme do personagem Tintin
Termo usado: Tintin

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. Wikipedia (página do personagem)
2. Site oficial do Tintin
3. Wikipedia (pagina da série)
4. IMDB (página do filme que procurava)
5. TinTin++ (página de um cliente MUD)

Número de resultados no Bing: 2.940.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. Wikipedia (página da série)
2. Wikipedia (página do personagem)
3. Site oficial do Tintin
4. IMDB (página do filme que procurava)
5. Tintinologist.org (página não oficial, sobre o personagem)

Número de resultados no Google: 7.160.000

A conclusão
O Bing é útil, mas ele enfrentará não só um rival já estabelecido. Ele enfrentará um modelo de busca que se estabeleceu há muito tempo e já é padrão há anos. O uso do Google é cultural, e mesmo que surja um rival a altura, ou melhor, pode ser que demore ou que sequer ocorra uma mudança.

Mas, deve-se lembrar também que quando o Google entrou, ele também apresentava uma proposta muitíssimo diferente, ainda que bem mais simples, de encontrar informações na web. Então, se Google desbancou gigantes da época como o Yahoo! e o AltaVista, é inocência pensar que um competidor futuro não possa destroná-lo.

Se esse competidor virá pelas mãos da Microsoft, da Yahoo! ou de qualquer outra empresa, mesmo uma desconhecida iniciante, só o tempo dirá.


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Comentários Comment

  1. comentário de Marcos Cockles

    Karmômetro (?)

    tende a bom

    Bom em termos de interface, o bing e melhor do que a gigante google,
    mas nada comparado a estabilidade e rapidez da google.

    Postado por Marcos Cockles em 12/06/2009 09:30

  2. comentário de bruno

    Karmômetro (?)

    tende a neutro

    A google é como o Bill Gates;
    muitos tentam o invejar;
    mas ele é considerado o pai da informatica e esse titulo ninguem tira dele

    Postado por bruno em 13/06/2009 18:17

  3. comentário de bruno

    Karmômetro (?)

    tende a neutro

    tintin- * # h2. h3. _+*p. h1. nbuitg5n4o

    Postado por bruno em 13/06/2009 18:18

  4. comentário de Ronaldo

    Karmômetro (?)

    tende a neutro

    o que tornou o google a potencia nas buscas foi o fato de que, quem deseja algo quer simplesmente consegui-ló, o google fez simplesmente isso deu ao pessoal o que ele desejava a publicidade veio depois, o bing pode se tornar um mecanismo sé apenas sé a MS colocar ele nos windows que vierem ai a Google poderá vir a ter problemas mas o adsense ainda vai segurar pois muita gente se sustenta com a grana gerada pelo adsense.

    Postado por Ronaldo em 14/06/2009 01:15

  5. comentário de Tomás

    Karmômetro (?)

    tende a neutro

    Prefiro o Google. É mais experiente quando se trata de pesquisa, e tem outras ferramentas úteis também. A caixa de pesquisa do Bing está na parte superior direita do navegador, um tanto inconveniente. Já a do Google é mais clara e bonita, o que facilita muito o uso. A Microsoft poderia ter feito melhor, com certeza.

    Postado por Tomás em 24/10/2009 15:47

  6. comentário de wellington

    Karmômetro (?)

    tende a neutro

    prefiro o google e mais preparado se tem alguns intens como orkut e gmail etc e bing não tem

    Postado por wellington em 09/09/2010 22:07

  7. comentário de mouses

    Karmômetro (?)

    tende a neutro

    Parabéns pelo blog. Os geeks agradecem!

    Postado por mouses em 01/11/2010 21:19

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