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  <body>A escola j&#225; adotava uma pol&#237;tica onde os alunos podiam trazer livros de refer?ncia para os testes e utiliz&#225;-los, com a condi&#231;?o de referenciar corretamente a fonte, para dar os devidos cr&#233;ditos ao &quot;dono&quot; da id&#233;ia, conta o World News Australia.

Por&#233;m, seguindo as tend?ncias da evolu&#231;?o das m&#237;dias de estudo e divulga&#231;?o de conte&#250;do, o col&#233;gio passou a incorporar os aparelhos eletr&#244;nicos ao processo de avalia&#231;?o.

Deirdre Coleman &#233; a respons&#225;vel pelo programa que incentiva os alunos a obterem a informa&#231;?o utilizando seus celulares, acessando a Internet ou escutando podcasts em seus iPods. Ela afirma que a inten&#231;?o &#233; preparar o estudante para o mundo que ele vai encontrar l&#225; fora. &quot;Eles n?o precisam memorizar toda a informa&#231;?o. Atualmente o que eles precisam ser capazes de fazer &#233; utilizar os meios dispon&#237;veis para obt?-la e serem capazes de checar sua confiabilidade.&quot; Ela tamb&#233;m lembra que os alunos s&#243; ser?o capazes de procurar por pequenos &quot;peda&#231;os de informa&#231;?o&quot; caso tenham uma vis?o global do assunto, e apenas precisem verificar detalhes dela, diz o Sydney Morning Herald.

O teste do novo m&#233;todo foi feito com uma prova sobre linguagem persuasiva, tendo as olimp&#237;adas como tema. &quot;Eles n?o foram avaliados pelo conhecimento sobre os jogos, mas sim por sua capacidade de utilizar esse tipo de linguagem e por sua argumenta&#231;?o&quot; explicou a professora. A aluna Annie Achie, de 15 anos, afirmou que telefonar para sua tia a deu uma vis?o melhor sobre o assunto: &quot;ela me explicou como os investimentos s?o aplicados na infra-estrutura do pa&#237;s e n?o diretamente no povo chin?s.&quot; O tema da an&#225;lise era sobre os jogos serem um desperd&#237;cio de dinheiro.

Para os patrocinadores da id&#233;ia, o importante &#233; ser capaz de utilizar a capacidade de racioc&#237;nio para listar recursos e utiliz&#225;-los de forma r&#225;pida, eficiente e correta, e n?o apenas ocupar &quot;espa&#231;o em mem&#243;ria&quot; com informa&#231;?es que est?o dispon&#237;veis a qualquer momento. O consultor educacional ingl?s Marc Prensky afirma: &quot;por qu? n?o revolucionar o conceito de cola e incluir o mundo em nossa base de conhecimento?&quot;</body>
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  <summary>J&#225; conhecido por sua pol&#237;tica de provas com &quot;livro-aberto&quot;, a escola de ensino m&#233;dio (high school) da faculdade Presbyterian Ladies' College em Sydney inova permitindo que estudantes de ingl?s, de 14 e 15 anos, utilizem tecnologia para obter ajuda. Dentre as fontes permitidas est?o a Internet, iPods ou at&#233; mesmo um telefonema para algu&#233;m fora da escola.</summary>
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  <title>Australianos podem usar eletr&#244;nicos para &quot;colar&quot;</title>
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