PostAmericanos estão mais interessados em videogame que em cinema
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Das Übergeek - ubergeek@geek.com.br
em
21/05/2009 14:25
Blog: ÜberGeek
Karmômetro (?)
tende a neutroRelatório mostra que 63% dos americanos jogaram videogame no último semestre, enquanto apenas 53% foram ao cinema.
Por Rodrigo Martin de Macedo
Uma pesquisa da firma de análise NPD Group mostrou que o interesse por videogames ultrapassou o interesse por cinema nos Estados Unidos nos últimos seis meses.
Segundo o site GamesIndustry.biz, 63% dos americanos jogaram videogames no último semestre, enquanto 53% foram ao cinema.
A analista Anita Frazier explica que videogames contabilizam um terço da média de gasto mensal do consumidor com indústria do entretenimento, que inclui música, filmes e jogos. A pesquisa ainda mostrou que, em média, cada jogador gasta US$ 38 mensal em games.
A maior porcentagem de jogadores, entretanto, se deve também ao aumento da popularidade dos games casuais, cada vez mais presentes em sites de relacionamento: um total de 10% dos entrevistados afirmou ter jogado nestes portais.
Para a pesquisa, 11 mil consumidores foram analisados. Dos jogadores, 31% adquiriu um jogo para console ou portátil no último ano. O estudo concluiu ainda que 31% dos jogadores de consoles também se divertem em sites de games, 12% jogaram em redes sociais, 19% se divertiram com games que vieram inclusos no celular e 11% compraram e baixaram games para seus telefones.
O blog Joystiq brinca com os números e afirma que este seria um bom motivo para justificar a recente entrada do cineasta Spielberg no mercado dos games.
Um resumo do estudo pode ser lido, em inglês, no site oficial da NPD, pelo atalho tinyurl.com/q3zh2m.
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Postado por Das Übergeek - ubergeek@geek.com.br - em 21/05/2009 14:25
Comentários 
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Karmômetro (?)
tende a neutroVideogame hoje é uma mídia como qualquer outra. Ele pode transmitir idéias, contar estórias, exibir trabalho de profissionais de diferentes areas e ainda fazer publicidade, enfim já deixou de ser coisa de entusiasta ou “gurizada”. Pegar um controle de VG e de TV é quase a mesma coisa, e o Wii que o diga.
Postado por Paulo Munir em 21/05/2009 20:13
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tende a neutroViva a sony.
Viva los consoles Playstation
Postado por NIck Marinho em 21/05/2009 23:33
Karmômetro (?)
tende a neutroÉ Paulo, mas é f*da q no Brasil ainda não exista uma real indústria da área. Altíssimos impostos impedem q a grande maioria da população tenha acesso à esse entretenimento q já tem lá seus quase 40 anos. Não sabem o nicho de mercado e mesmo de arrecadação de impostos q estão perdendo com essa política retrógrada. E tbm ainda existe por aqui mto a cultura entre as pessoas em geral q VG é “joguinho”, “coisa de criança”, “bobagem”, ainda acham q são uns quadrados numa tela com uns barulhinhos gozados. Não vêem q um jogo pode ser tão ou mais profundo em termos de história qto um filme ou livro. Assim como mtos classificam Os Simpsons como programa infantil só pq é desenho, sendo q ele é claramente voltado a adultos. Pensamento de povo atrasado, governado por pessoas mais atrasadas ainda.
Postado por Carlos em 22/05/2009 16:53
Karmômetro (?)
tende a neutroCarlos, discordo de você em vários sentidos. O que falta no Brasil é distribuição de renda, pois hoje apenas meia duzia tem dinheiro para comprar tantos jogos e afins. Os impostos não tem nada a ver com isso. O problema está no capitalismo selvagem de colonia em que vivemos, onde os empresários brasileiros acham que vale mais a pena importar tecnologia atrasada 20 anos de outros países por ser mais barata do que desenvolver aqui, onde geraria distribuição de renda entre desenvolvedores, chamaria atenção de patrocínio nacional e teríamos mais desenvolvimento tecnológico. Enquanto a economia for somente desenvolvida pelas mãos privadas, ficaremos como colonia para sempre
Postado por Ivan em 23/05/2009 12:41
Karmômetro (?)
tende a neutroDiscordo de você, Ivan, que discordou do Carlos. Se realmente nossa economia fosse totalmente desenvolvida por mãos privadas, certamente teríamos mais tecnologia e desenvolvimento de softwares e games no Brasil. O governo, que é quem realmente manda na economia, não dá subsídios para o desenvolvimento de tecnologia no país, não dá apoio a universidades nem a empresários para que isso aconteça. Parece não haver vontade política em desenvolver no Brasil, um país rico em matéria-prima, uma boa indústria tecnológica.
Postado por Felipe em 25/05/2009 16:28